A ninfomaníaca Cléo

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Era madrugada. Seu marido dormia e a excitação que sentia lhe queimava por dentro e por fora. Pensou em acordá-lo, mas como sempre andava cansado, sabia que não era boa idéia acordá-lo. Sua pequena calcinha de renda estava encharcada. Precisava de sexo. Sua mente ninfomaníaca não parava de elucubrar diversas sacanagens. Com os pensamentos em chamas, levantou-se e vagarosamente foi em direção ao banheiro. Silenciosamente trancou-se e ligou o chuveiro. A água gelada amenizava, mas não diminuía a vontade extrema de sentir-se penetrada com força e de se lambuzar em orgasmos. Com uma das mãos, passou a massagear lentamente seus lábios vaginais, e com a outra, descaradamente alisava suas perfeitas nádegas. Enquanto a água caia sob o seu corpo fervente, gozou duas vezes pensando em seu terapeuta, Gláucio, um de seus objetivos para o dia que chegava. O doutor era um cara jovem, de 35 anos, que a ouvia pacientemente falar sobre seus vícios sexuais durante meses. Ele sempre a fazia rir com suas teorias sobre sexo. Mal sabia ele que era mais uma peça de desejo da linda ruiva, Cléo.

Ela era linda e gostosa. E sabia disso. Sabia utilizar seu corpo para lhe dá prazer. Tinha 30 anos e era uma delícia de mulher. Calculista, nem mesmo as amigas mais próximas imaginavam o que se passava naquela mente safada. Era do tipo que sempre usava vestidinhos provocantes para chamar a atenção dos homens. Se deliciava com as cantadas mais picantes. Gostava mesmo da coisa. O seu outro objetivo era, antes de ser comida por seu terapeuta, fazer sexo com qualquer cara, isso enquanto esperava na sala de espera pela consulta com o doutor.

Era uma segunda-feira como outra qualquer. Acordou e estava pronta para mais um dia de rotina: gastar o dinheiro do pobre coitado do marido, Jorge. Dia de segunda era dia de terapia com doutor Gláucio e ela já havia decidido que ele a comeria naquele dia. Jorge jamais imaginaria que aquela bela e dedicada esposa tinha uma vida paralela a do casamento. A mulher só pensava em sexo, mas ele não dava conta de tanta demanda hormonal. Estava sempre muito ocupado com os negócios da empresa e quando estava em casa só fazia comer, checar seus emails e dormir. Quase nunca se aproveitava da linda mulher que tinha. Pela manhã, após o café matinal, se despediram. Jorge foi para mais um dia de trabalho e Cléo foi para um banho demorado, onde mais uma vez, se masturbou deliciosamente. Terminado mais uma sessão de prazer, ela, sem colocar a calcinha, vestiu-se com o menor e mais sexy vestido que tinha, e seguiu para a consulta, que estrategicamente estava marcada para às 17h, último horário disponível da agenda do consultório.

Chegou cedo ao consultório, por volta das 13h30 e chamou a atenção da recepcionista e dos demais pacientes que também aguardavam. Sem se importar, sentou, deixando o vestido ainda mais curto, quase na altura do púbis. Coisa de maluco, os homens acompanhados disfarçavam, mas era impossível não olhar aquela beldade tão desfrutável. Um carinha de 20 anos, todo problemático, também esperava ser atendido naquela tarde de forte calor. O maluco sortudo fora eleito e em breve, seria um aperitivo para ela, que se levantou e passou pelo maluquinho, que não conseguiu evitar o olhar. Trocaram duas palavras, saíram da sala e desceram alguns lances da escada do prédio comercial. Ali mesmo, com a boca salivando se ajoelhou e chupou o rapaz como se fosse a última vez que praticaria sexo oral na vida. Chupava, chupava e chupava… não queria parar. Depois de quase não suportar e gozar nos lábios da gulosa, o rapaz levantou aquele vestidinho e a comeu impiedosamente por intensos três minutos.

Depois ter concluído facilmente seu primeiro objetivo do dia, se dirigiu ao banheiro, limpando os lábios lambuzados de gozo, se recompôs, voltou à sala de espera como se nada tivesse acontecido e permaneceu esperando por sua vez. Propositadamente escolheu o último horário, planejou tudo para que nada desse errado. Com um pouco de atraso, foi chamada às 17h40 pela recepcionista e entrou na sala. Cumprimentou seu terapeuta e deitou-se no divã. Sabia que ao fazer isso, seu vestido subiria ao ponto de deixá-la praticamente nua, expondo sua linda e ruiva bucetinha. Ele falava com ela sem a olhar, pois ainda anotava algumas coisas do paciente anterior quando ao se virar, deu de cara com a cena. O doutor entendeu o recado, mas hesitou por alguns segundos sem saber exatamente por onde começar. Foi quando Cléo deixou a mensagem ainda mais clara: a sacana levantou o vestido ainda mais, e ficou nua da barriguinha para baixo. O doutor naquele momento já estava ereto horizontalmente, de imediato trancou a porta e mergulhou sua boca entre as pernas da gostosa. Sua paciente era chupada de forma afobada, forte, ansiosa. Mas isso deixou Cléo maluca de prazer, era o que ela queria: gozar inúmeras vezes, sem parar. Ele a lambia de todo jeito, em várias posições. Ela queria devolver-lhe a gentileza, mas ele não a deixava escapar e lambuzava a descarada. O jeito que lambia aquela bunda perfeita, a deixava banhada de tesão. Mesmo atordoada de tanto gozar, Cléo conseguiu retirar a calça de Gláucio e engoliu aquele pau duro desvairadamente, que entrava em sua boca com força. Não demorou muito para que o doutor lhe desse um presente bem molhado na cara. Até a última gota de prazer dele ela se apoderou. O tesão era tanto que, sem intervalo do primeiro para o segundo tempo, ele já a colocou de quatro e passou a penetrá-la rápido e com vigor. Ambos iam ao delírio. Quanto mais era penetrada, mais ela pedia. Pedia para ser xingada, para tomar porrada, que lhe apertasse o pescoço… O doutor, obediente e impiedoso, não hesitava e enchia a mão naquele rosto lindo e satisfeito. Ela pirava e gozava ainda mais com os safanões.

No vai e vem da coisa, sem nem pedir, já foi enfiando o pau naquele lindo rabinho empinado. Ela mesma o guiou para a bundinha, que implorava por aquilo e, sem cerimônia, foi comida harmoniosamente. Era a terapia perfeita, fantástica, que corria normalmente, com toda a safadeza que lhe era peculiar, quando, um barulho os chamou a atenção: a recepcionista, Renata, que já deveria ter ido embora, os observava pela fechadura da porta desde o começo… A funcionária era nova e ainda estava em fase de testes para o cargo. Era loirinha, tinha apenas 19 aninhos e também era bem gostosinha. Ela se masturbava sacanamente e em estágio avançado de prazer e gozo, quando foi pega no flagra pelo casal com a saia levantada, com a calcinha entre os joelhos e um dos dedos dentro de sua flor vaginal.

Naquela situação os três não tinham muito o que fazer. O cheiro de sexo exalava e a provável nova contratada entrou na dança. A ninfeta descaradinha teve o resto de sua roupa arrancada e, ai sim, a sacanagem entrou no nível “expert”. Ambos passaram a morder e a chupar a menina violentamente, como se fosse um castigo por ela os estar observando. As duas ficaram de quatro e se beijavam divinamente, enquanto o sortudo só tinha o “trabalho” de penetrar as beldades, uma de cada vez, bundinha por bundinha, xoxota por xoxota. O doutor estava possesso e comia o rabo das duas sem pena. Duas horas depois de pura sacanagem, ele as alinhou de joelho em sua frente e esporrou na cara das putinhas, que lambiam tudo como gatinhas sedentas por leite. O “Gran Finale” veio com um beijo salubre entre as garotas. Exausto, o doutor assistia aquela visão do paraíso, imaginando, talvez, que sorte fazer parte de planos tão sacanas de Cléo, que mais uma vez estava feliz por mais um dia de satisfação sexual. Teve seus objetivos alcançados e voltaria pra casa louca de amores e mimos para o “maridão”.